Como Registrar Drone na ANAC pelo SISANT em 6 Passos [2026]
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Introdução
Registrar seu drone na ANAC pelo SISANT é um processo simples que garante que você esteja em conformidade com a legislação brasileira. Este guia passo a passo vai ajudá-lo a entender todo o processo de registro, desde a documentação necessária até a finalização do cadastro.
Por que registrar seu drone?
O registro do drone é uma obrigação para todos os operadores de aeronaves não tripuladas no Brasil. Isso não só garante a segurança nas operações, mas também ajuda na identificação do equipamento em caso de incidentes.

Além disso, o registro permITe que você tenha acesso a informações importantes sobre a legislação e as melhores práticas de uso.
Passo a Passo para o Registro
Passo 1: Acesse o Portal SISANT
O primeiro passo é acessar o portal SISANT, que é a plataforma da ANAC para o registro de drones. Você precisará criar uma conta, caso ainda não tenha uma.
Passo 2: Crie sua conta
Para criar sua conta, clique na opção "Criar Conta" e preencha os dados solicitados. É importante utilizar um e-mail válido, pois você receberá um link de confirmação.
Passo 3: Confirme seu e-mail
Após criar sua conta, acesse seu e-mail e clique no link de confirmação. Isso garantirá que sua conta está ativa e pronta para uso.

Passo 4: Preencha os dados do seu drone
Uma vez logado, vá até a seção de registro e preencha as informações do seu drone, como marca, modelo e número de série. Certifique-se de que todas as informações estão corretas.
Passo 5: Documentação necessária
Você precisará fornecer alguns documentos, como cópias do seu documento de identidade e comprovante de residência. Tenha em mãos todos os arquivos digitalizados para facilitar o upload.
Passo 6: Finalize o registro
Revise todas as informações e documentos antes de enviar. Após o envio, você receberá um número de protocolo que poderá ser utilizado para acompanhar o status do seu registro.

Tabela de Comparação de Drones
| Modelo | Preço | Características |
|---|---|---|
| DJI Mini 2 | R$ 3.500 | Câmera 4K, 31 minutos de voo |
| DJI Mavic Air 2 | R$ 5.500 | Câmera 4K, 34 minutos de voo |
| Parrot Anafi | R$ 2.500 | Câmera 4K, 25 minutos de voo |
Considerações Finais
Registrar seu drone é um passo fundamental para operar de forma segura e responsável. Além de seguir a legislação, você poderá usufruir de todas as funcionalidades que seu drone pode oferecer. Para mais informações sobre drones, confira nossos outros artigos, como melhor drone custo-benefício até 2000 reais e como ganhar dinheiro com drone.
Perguntas Frequentes
Qual a validade do registro do drone?
O registro do drone é válido enquanto o equipamento estiver em uso e em conformidade com as normas da ANAC.
É necessário registro para drones de brinquedo?
Sim, todos os drones, independentemente do tamanho ou tipo, devem ser registrados na ANAC.
O que fazer em caso de perda do drone?
Em caso de perda, é recomendável comunicar a ANAC e registrar um boletim de ocorrência.
Configurações Técnicas Necessárias para o Registro de Drones na ANAC
O registro de drones junto à ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) é um processo fundamental para garantir a conformidade com as regulamentações de aviação e garantir a segurança nas operações com aeronaves não tripuladas. Antes de iniciar o registro, é importante entender as configurações técnicas exigidas. Cada drone deve ser identificado por um número de série único e deve atender aos padrões técnicos definidos pela ANAC. Isso inclui especificações relacionadas à segurança, desempenho e capacidade de manobra.
Primeiramente, é necessário verificar se o drone possui um sistema de georreferenciamento que impeça a operação em áreas restritas, como proximidades de aeroportos e zonas de segurança. Este sistema deve ser capaz de reconhecer e evitar essas áreas automaticamente. Além disso, a configuração do software de controle de voo deve estar em conformidade com as diretrizes da ANAC, garantindo que o drone possa ser controlado de forma eficiente e segura.
Outro aspecto importante é a calibração dos sensores do drone, que deve ser realizada para garantir a precisão nas medições de altitude e localização. A calibração envolve ajustar os sensores de GPS, giroscópios e outros instrumentos de navegação. É recomendável que essa calibração seja feita antes de cada voo, especialmente em ambientes onde as condições podem variar significativamente.
Além disso, o registro do drone requer a coleta de informações detalhadas sobre o equipamento, incluindo o modelo, fabricante, peso máximo de decolagem e características técnicas que possam influenciar na segurança das operações. Para drones com peso superior a 250 gramas, é necessário apresentar um laudo técnico que comprove a conformidade com as normas de segurança e operação. Essa documentação deve ser mantida atualizada e disponível para inspeções, caso necessário.
Em termos de protocolos, a ANAC estabelece que todas as informações devem ser enviadas por meio do Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (SISANT), que é a plataforma oficial para o registro e acompanhamento das operações com drones. O acesso ao SISANT requer um cadastro prévio, onde os operadores devem fornecer dados pessoais e informações sobre a empresa, se aplicável. É importante garantir que todas as informações sejam precisas e atualizadas, pois qualquer discrepância pode resultar em penalidades ou na suspensão do registro.
Estatísticas do Setor de Drones e sua Relevância para o Registro na ANAC
O setor de drones no Brasil tem mostrado um crescimento impressionante nos últimos anos, refletindo uma tendência global que aponta para a diversificação e expansão do uso de aeronaves não tripuladas em diversas indústrias. Segundo dados recentes, a expectativa é que o mercado de drones atinja um crescimento de 12% ao ano, com sua adoção se expandindo em setores como agricultura, logística, segurança pública e monitoramento ambiental. Este aumento na utilização dos drones torna ainda mais importante o registro adequado junto à ANAC, como forma de garantir a segurança e a regulamentação das operações.
A indústria agrícola, por exemplo, foi uma das primeiras a adotar o uso de drones, utilizando esses equipamentos para monitorar colheitas, aplicar defensivos agrícolas e realizar mapeamentos precisos do solo. Os drones permitem uma análise detalhada das plantações, resultando em uma gestão mais eficaz dos recursos e aumento da produtividade. Dados indicam que o uso de drones na agricultura pode aumentar a produtividade em até 30%, o que representa uma economia significativa e uma melhor utilização dos insumos.
No que diz respeito à logística, empresas têm utilizado drones para realizar entregas rápidas e eficientes, especialmente em áreas remotas ou de difícil acesso. A implementação de drones nesse setor pode reduzir significativamente o tempo de entrega e os custos operacionais. Um estudo apontou que o uso de drones em operações logísticas pode diminuir o tempo de entrega em até 50%, além de reduzir a pegada de carbono associada ao transporte tradicional.
Com a crescente popularidade dos drones, a ANAC desempenha um papel fundamental em garantir que as operações sejam realizadas de forma segura e responsável. O registro de drones é uma medida que ajuda a regulamentar o setor, permitindo um melhor controle sobre as operações realizadas, minimizando riscos e promovendo a segurança pública. As estatísticas mostram que a falta de regulamentação pode levar a acidentes e incidentes, o que reforça a importância do registro e da conformidade com as diretrizes estabelecidas pela ANAC.
Além disso, a formação de operadores de drones é outro aspecto relevante que deve ser considerado. A ANAC exige que os operadores possuam conhecimento técnico adequado para operar drones de forma segura. Isso inclui a compreensão das regulamentações, técnicas de voo, manutenção adequada do equipamento e procedimentos de emergência. Programas de certificação e treinamento são essenciais para garantir que os operadores estejam capacitados a lidar com as demandas do setor, contribuindo assim para a segurança e eficiência das operações.
Concluindo, o registro de drones na ANAC não é apenas uma exigência legal, mas também uma prática que promove a segurança e a eficiência nas operações com aeronaves não tripuladas. Com o crescimento contínuo do setor, a adesão às regulamentações é fundamental para garantir um ambiente seguro e sustentável para todos os usuários do espaço aéreo.


Configurações Técnicas Necessárias para o Registro de Drones na ANAC
Para realizar o registro de um drone junto à ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), é fundamental entender as configurações técnicas que o equipamento deve apresentar, além dos requisitos legais. A primeira consideração importante é a capacidade de voo do drone, que deve ser devidamente classificada conforme o peso e a categoria de uso. Os drones que pesam mais de 250 gramas necessitam do registro, e essa exigência se estende também a drones que, mesmo com peso inferior, são utilizados em atividades remuneradas.
Em termos de configuração, a ANAC exige que o drone possua um identificador único, que pode ser um número de série fornecido pelo fabricante, ou um código de registro que será atribuído no processo de registro. Essa identificação é importante para garantir a rastreabilidade e a responsabilidade civil em caso de incidentes. Além disso, é importante que o drone esteja equipado com tecnologia de geolocalização e que tenha a capacidade de cumprir os protocolos de segurança estabelecidos, como a limitação de altitude e a manutenção de afastamento de áreas restritas, como aeroportos e zonas urbanas.
Outro aspecto técnico relevante é a manutenção e a atualização do software de controle do drone. Sistemas de controle de voo modernos frequentemente recebem atualizações que podem incluir melhorias de segurança e eficiência. A atualização regular desses sistemas é importante não apenas para a conformidade, mas também para a segurança durante as operações de voo. A ANAC recomenda que todos os usuários de drones mantenham um registro detalhado de todas as manutenções e atualizações realizadas, o que pode ser solicitado em auditorias ou investigações sobre incidentes.
Além disso, a certificação de componentes, como câmeras e sistemas de transmissão de dados, deve ser considerada. Equipamentos que não atendem aos padrões técnicos estabelecidos pela ANAC podem resultar em multas e na suspensão do registro. Portanto, a escolha de acessórios e upgrades deve ser feita com base em especificações que atendam ou superem os critérios estabelecidos pela legislação vigente. Por fim, um planejamento prévio das operações de voo, incluindo a elaboração de um plano de segurança e um checklist de pré-vôo, contribuirá significativamente para a segurança e a conformidade no registro e operação de drones.
Protocolos e Estatísticas da Indústria de Drones no Brasil
O uso de drones no Brasil tem crescido exponencialmente nos últimos anos, com uma expectativa de crescimento de cerca de 15% ao ano até 2025, segundo dados da Associação Brasileira de Drones (ABD). Este aumento é impulsionado pela adoção de drones em diversas aplicações, como agricultura de precisão, mapeamento geoespacial, monitoramento ambiental e entrega de produtos. Para garantir que esse crescimento ocorra de maneira segura e regulamentada, a ANAC estabeleceu uma série de protocolos que devem ser seguidos por operadores e fabricantes de drones.
Um dos principais protocolos é a obrigatoriedade do registro no SISANT (Sistema de Aeronaves Não Tripuladas), que é a plataforma online onde todos os drones devem ser cadastrados. Essa plataforma não apenas permite que a ANAC monitore as operações, mas também garante que os operadores cumpram as normas de segurança e responsabilidade civil. O acesso ao SISANT é feito por meio de um login seguro, e o processo de registro exige a inserção de dados técnicos do drone, informações do operador e um plano de voo, quando aplicável.
Além disso, a ANAC exige que todos os operadores de drones para fins comerciais realizem um curso de capacitação em segurança de voo. Este treinamento aborda os aspectos legais e operacionais do uso de drones, incluindo a análise de riscos, a navegação segura e a interação com outras aeronaves. A formação teórica deve ser complementada com práticas de voo supervisionadas, garantindo que todos os operadores estejam aptos a manobrar o drone em diferentes cenários e condições climáticas.
Outro ponto importante a ser considerado são as estatísticas de acidentes envolvendo drones. De acordo com dados da ANAC, houve um aumento de 30% nos registros de incidentes com drones nos últimos dois anos, o que ressalta a importância de seguir rigorosamente os protocolos estabelecidos. A maioria dos acidentes é atribuída a falhas humanas, como a falta de atenção e a operação em áreas restritas. Portanto, a adesão estrita aos protocolos de segurança não só ajuda na legalidade do registro, mas também na prevenção de acidentes que podem resultar em danos materiais e pessoais.
Em síntese, a conformidade com os protocolos estabelecidos pela ANAC e a adesão a um treinamento adequado são passos essenciais para garantir não apenas a legalidade do registro de drones, mas também a segurança e a eficiência nas operações. À medida que a indústria de drones continua a evoluir, manter-se atualizado com as melhores práticas e as normas regulatórias será fundamental para todos os operadores que desejam atuar nesse mercado em expansão.




